
007 First Light
IO Interactive
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IO Interactive
007 First Light é um emocionante jogo narrativo de ação e aventura desenvolvido e publicado pela IO Interactive. Você acompanha James Bond como um jovem, engenhoso e às vezes imprudente recruta no programa de treinamento do MI6, descobrindo a história de origem do espião mais famoso do mundo e os eventos que o levaram a se tornar o melhor agente da MI6.
O jogo apresenta uma narrativa original inspirada nos romances e contos de Ian Fleming, bem como na série de filmes, retratando a jornada de Bond para ganhar sua licença para matar. A história segue Bond em sua primeira missão no campo, onde ele e seus colegas de equipe são encarregados de capturar um agente renegado.
Gameplay e Mecânicas
O jogo combina elementos de stealth com ação cinematográfica. Você pode abordar qualquer situação de diferentes formas: silenciosamente, com combate aberto, usando gadgets para infiltração, ou até mesmo enganando guardas. Diferentemente do Hitman, 007 First Light enfatiza maior momentum e fluxo contínuo, permitindo que você jogue como um espião em vez de um assassino, com foco em infiltração, investigação e espionagem.
O jogo inclui veículos controláveis pela primeira vez em um título da IO Interactive, além de acesso ao icônico relógio de Bond e outros gadgets conhecidos da franquia. Novas mecânicas incluem opções de desescalação, como persuasão e blefe, permitindo que Bond contorne situações sem violência.
Tecnologia e Design
A IO Interactive implementou um novo sistema proprietário de fumaça volumétrica em seu motor Glacier, além de ray tracing e iluminação global totalmente dinâmica. O estúdio buscou evitar aspectos desatualizados do personagem, particularmente atitudes em relação às mulheres que seriam consideradas sexistas pelas audiências atuais.
Plataformas
Lançamento
27/05/2026
Publisher
IO Interactive
País de Origem
Dinamarca
Dublagem (PT-BR)
Legendas (PT-BR)
Metacritic
Zerar
0.0h
100%
0.0h
Platina
0.0h
Correio Braziliense
@CorreioBraziliense
•04/07/2026, 20:10
Revisão Geral
O agente secreto britânico mais famoso da cultura pop está de volta ao mundo dos videogames, agora sob a asa da IO Interactive — responsável pelos títulos mais recentes de Hitman — que assumiu a tarefa de entregar uma produção nova de James Bond. 007: First Light traz uma história inédita para o universo do escritor Ian Fleming, uma origem para Bond, mostrando como o agente ingressou na profissão de espião, desde o treinamento até as suas primeiras missões. A trama busca uma reinvenção do personagem com o mundo contemporâneo, no mesmo trilho da versão mais recente do agente, interpretado nas telonas por Daniel Craig. Arrisco até a apontar que houve uma forte influência em franquias como Kingsman e Missão Impossível no conceito da história. O título busca um amálgama perfeito entre as diversas versões de James Bond, mostrando vários traços recorrentes dessa imagem coletiva que o público tem do 007, um homem charmoso, que nem sempre obedece ordens, porradeiro, cheio de equipamentos e galanteador. Com essa síntese sobre como o personagem foi transposto para outra mídia, fora dos livros e do cinema, é possível dizer que a IOI já tinha 50% do caminho segmentado para o jogo ser um sucesso. Contudo, outros elementos como a história, a jogabilidade e as mecânicas tinham que fazer jus há um jogo de James Bond em 2026. Patrick Gibson é quem dá vida a esse Bond mais jovem, que se mostra disposto a arriscar tudo para salvar vidas. Junto do agente, temos a chefe do MI6, M, interpretada por Priyanga Burford, a ajudante de campo e hacker, Moneypenny interpretada por Kiera Lester e Lennie James que dá vida ao treinador de agentes, John Greenway. A trama traz um jovem militar, James Bond, que após um acidente em missão, sobrevive a uma operação terrorista na Islândia, não apenas sabotando os seus algozes, mas salvando diversas vidas no processo. Com isso, o militar é convidado a trabalhar secretamente no MI6, uma agência secreta da coroa britânica para espionagem e missões confidenciais. Assim Bond integra esse programa de treinamento, chamado 00 - Esse que havia sido desativado anteriormente - e de repente o futuro agente se vê numa trama maior que pode colocar diversas vidas em jogo. O jogo de Bond tinha a importante missão de se provar com uma trama complexa e interessante, já que antes mesmo do lançamento oficial, o título já era encaixado como mais um “Nathan Drake”. E o que não faltaria seria outros títulos de ação e aventura tanto com personagens originais dos consoles - Tomb Raider e Uncharted - quanto outros do cinema - Indiana Jones, por exemplo - para fazer esse páreo de concorrência e gerar um sentimento de comparação ainda maior. First Light assume muitas inspirações, a principal sendo a estrutura com a qual a IOI trabalhou com os novos jogos de Hitman. A progressão funciona de uma forma bem direta, primeiro de tudo, o jogador se vê em algum ambiente e deve procurar informações e itens para alcançar o objetivo, desde rastrear uma pessoa, roubar um item, escutar conversas ou chegar em algum lugar Estar atento dentro de 007 é essencial para progredir nas missões, e a IOI soube utilizar o expertise em jogos de espionagem para dar várias opções e caminhos de chegar em um mesmo objetivo. Bond precisa chegar até uma sala, mas a porta tem um código de segurança, logo o jogador pode explorar o ambiente atrás do código, entrar em uma tubulação que leva até a sala ou roubar um cartão de acesso para entrar, e esse exemplo esporádico é um entre vários quebra-cabeças que First Light tem. Uma das ferramentas do jogo para facilitar essas interações são os equipamentos fornecidos pelo MI6, esses que Bond carrega até 4 consigo. Um deles é fixo, o relógio Q, capaz de hackear aparelhos eletrônicos e sabotá-los para distrair inimigos. Os outros cabem ao jogador decidir antes de realizar as missões que compõem vários itens: A clássica caneta míssil dos filmes, a pulseira de relógio com laser, um isqueiro com bomba de fumaça, uma case de fones de ouvido explosiva, uma câmera com explosão sonora e o telefone dardo. Cada um deles é alimentado com uma das duas barras principais do jogo, quimica ou eletrica, a pulseira utiliza energia, logo Bond precisa procurar no cenário por baterias e eletrônicos para restabelecer sua barra. O mesmo vale para os dardos do telefone, que causam enjoo nos inimigos, contam com uma barra própria e conforme o jogador for utilizado deve procurar no cenário por produtos de limpeza para encher novamente a barra. O jogo conta com diversas maneiras de lidar com os inimigos, se manter de forma furtiva e abater eles em silêncio ou partir para ignorância na trocação de soco, jogabilidade essa que segue o modelo God of War de luta, com luzes dando a dica de quando aparar um golpe e quando desviar. Bond não tem um catálogo enorme de golpes, contando com um botão apenas para realizar golpes, que dependendo de como for segurado no combo, o agente realiza um movimento diferente. Além disso, o personagem conta com um golpe de agarrão que serve para arremessar inimigos para longe e acerta-los contra os objetos no cenário, parte essa que é praticamente toda destrutível nessas seções, com direito a explosões cinematográficas. Além do combate corpo a corpo, um jogo de James Bond não podia deixar de ter um tiroteio com sua pistola com silenciador clássica. Aqui em First Light é reservado momentos específicos para o tiroteio desenfreado, apelidados no jogo como “Licença para Matar”, inclusive só nesses momentos o agente é liberado para atirar à vontade. Bond funciona do mesmo modo que Nathan Drake, carregando uma pistola e uma segunda arma, que pode ser pega no cenário ou desarmar os inimigos tanto com tiro nas pernas ou nas mãos, o que faz eles soltarem seus equipamentos. Nos confrontos, sempre haverá inimigos diferentes, com alguns fáceis de eliminar e outros bem protegidos, que precisam de diversos tiros para morrerem. No ano de 2026, onde Grand Theft Auto VI é o chamariz absoluto dos games, First Light vai ser lembrado nas premiações, mesmo que fique apenas no segundo lugar. 007 First Light sintetiza uma aventura moderna e imersiva do agente secreto mais conhecido da cultura pop, trazendo elementos que ressoam com os fãs de Bond, mas principalmente focando no ar de novidade com uma história de origem. A IOI tem uma poderosa franquia em mãos, que inclusive já possui expansões anunciadas de novos níveis vindo. O esforço e o carinho da equipe no título é visível, o título mostra o que uma história rica pode entregar e como desenvolver um personagem já conhecido para um público novo, mantendo o contato de quem ainda amava o James Bond do cinema.
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TechTudo
@TechTudo
•03/06/2026, 22:55
Revisão Geral
A IO Interactive aproveita toda a experiência adquirida com Hitman para construir uma aventura de espionagem que respeita a essência de James Bond sem se limitar a reproduzir fórmulas já conhecidas. O grande destaque está na narrativa, que funciona como uma verdadeira história de origem para o agente e apresenta um Bond mais humano, inexperiente e vulnerável, sem abrir mão do carisma que tornou o personagem um ícone da cultura pop. No gameplay, o estúdio encontra um equilíbrio raro entre infiltração, ação cinematográfica e liberdade de abordagem. As missões oferecem múltiplos caminhos, os gadgets fazem diferença real na forma de jogar e os cenários incentivam observação e criatividade. Ao mesmo tempo, perseguições, tiroteios e sequências de combate corpo a corpo garantem variedade suficiente para que a campanha nunca se torne repetitiva. O tutorial, inclusive, merece destaque por conseguir ensinar todas as mecânicas enquanto desenvolve personagens e avança a história. Nem tudo é perfeito. O combate físico poderia ter mais variedade ao longo da campanha, e algumas relações importantes seguem caminhos relativamente previsíveis. Ainda assim, são problemas pequenos diante da qualidade geral do conjunto. Em resumo, 007 First Light não apenas entrega um excelente jogo de James Bond, como também estabelece uma base extremamente sólida para uma nova franquia. É uma das melhores surpresas de 2026, acerta em praticamente tudo o que se propõe a fazer e mostra que a IO Interactive encontrou no agente 007 um parceiro tão natural quanto foi o Agente 47.
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Critical Hits
@CriticalHits
•28/05/2026, 11:10
Revisão Geral
007: First Light não é só mais um jogo de licença, ele é um dos melhores produtos da história da franquia James Bond e um dos melhores jogos de 2026. Com uma história de origem bem construída, personagens extremamente carismáticos — incluindo um Bond interpretado por Patrick Gibson que tranquilamente entra na lista dos melhores da franquia, incluindo os filmes — e uma narrativa cheia de twists dignos de um filme da série, o jogo entrega muito mais do que os trailers sugeriam. A IO Interactive criou algo que não é nem Hitman nem Uncharted, mas uma mistura equilibrada dos dois, com momentos de infiltração que lembram o melhor da trilogia Hitman, combate frenético e corpo a corpo inspirado no estilo Batman Arkham, gadgets criativos e mecânicas variadas que mantêm o jogo longe da monotonia do começo ao fim. No quesito técnico, o jogo alterna entre momentos visualmente impressionantes e situações onde o FSR se torna bem visível, especialmente em cenas com fumaça e explosões, mas a performance se mantém estável na maior parte do tempo. A trilha sonora é excelente, a dublagem em inglês está impecável e a legendagem em português acerta na quase totalidade do tempo, com apenas alguns tropeços pontuais de contexto. Se você é fã da franquia ou simplesmente quer um jogo de ação e espionagem bem executado, 007: First Light é recomendadíssimo.
GameHall
@GameHall
•26/05/2026, 14:28
Revisão Geral
007 First Light é o melhor jogo de James Bond já feito e provavelmente um dos melhores jogos de ação de espionagem da história do medium. A IO Interactive passou quatorze anos de seca da franquia construindo credencial no Hitman, aprendendo tudo o que havia pra aprender sobre como fazer stealth funcionar com liberdade real, e aplicou esse aprendizado num IP que sempre prometeu mais do que os jogos entregaram. O treinamento é longo. O melee tem limitações. Os quips iniciais são mais irritantes do que o personagem vai ser no final. Mas o Bond que emerge dessas primeiras horas é o mais humano, o mais imperfeito e o mais interessante que já habitou um videogame, e a aventura que ele atravessa é exatamente o tipo de fantasia cinematográfica de espionagem que o gênero precisava e que só o estúdio responsável pelo Hitman poderia ter executado com esse nível de consistência e polimento. Bem-vindo de volta, James. A espera valeu.
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Ultima Ficha
@UltimaFicha
•26/05/2026, 12:20
Revisão Geral
007 First Light surpreende ao entregar uma abordagem moderna da origem de James Bond, misturando espionagem, investigação e ação de forma bastante equilibrada. Inspirado em elementos de Hitman, o jogo oferece liberdade para cumprir objetivos de diferentes maneiras, seja na furtividade ou no confronto direto. Somado aos cenários detalhados, personagens carismáticos e excelente ambientação sonora, o resultado é uma experiência dinâmica e fiel ao universo do agente secreto, mostrando potencial para se tornar um dos jogos mais marcantes da franquia 007.
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Portal do Nerd
@portaldonerd
•26/05/2026, 13:31
Revisão Geral
007 First Light não reinventa os jogos de espionagem, mas entende perfeitamente o que faz James Bond funcionar. A mistura entre infiltração, ação cinematográfica e conspirações criam uma aventura envolvente e cheia de personalidade. Mesmo com um início mais guiado e algumas sequências roteirizadas, o jogo compensa com ótimos personagens, missões variadas e uma atmosfera digna dos melhores filmes da franquia.
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Manual dos Games
@ManualdosGames
•26/05/2026, 12:02
Revisão Geral
007 First Light cumpre a promessa de ser o jogo definitivo de James Bond ao trazer uma nova versão do personagem que esbanja carisma a cada segundo em tela, um excelente roteiro com personagens de apoio que ajudam com o avançar da história, e um level design extremamente criativo que usa e abusa dos sistemas de stealth e de combate que fazem com que o jogador realmente se sinta na pele de um espião da MI6.
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Gamerview
@Gamerview
•26/05/2026, 14:01
Revisão Geral
007 First Light revitaliza os jogos de James Bond com uma história de origem envolvente, visual impressionante e gameplay que mistura furtividade, ação e exploração influenciados por Hitman e Uncharted. A IO Interactive entrega missões criativas, combate intenso, gadgets marcantes e um Bond carismático, tornando o game um forte candidato a jogo do ano e uma homenagem digna ao legado da franquia.
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Gamers & Games
@gamersegames
•26/05/2026, 13:27
Revisão Geral
007 First Light entrega uma experiência cinematográfica extremamente envolvente, combinando espionagem, ação e narrativa humana com enorme competência. Mesmo com pequenas limitações estruturais, a IO Interactive consegue criar uma das adaptações mais fortes de James Bond nos videogames.
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Pizza Fria
@pizzafriabr
•26/05/2026, 12:36
Revisão Geral
007 First Light é um jogo que nos apresenta um James Bond diferenciado, tratado com o peso, o charme e a complexidade que o personagem de Ian Fleming merece.
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Nerdlicious
@Nerdilicious
•16/06/2026, 11:52