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Os fãs da franquia clássica da Blizzard Entertainment, Diablo, esperaram anos pela remasterização de Diablo 2. O sucessor do jogo, Diablo 3, não atendeu às expectativas dos fãs, com os jogadores particularmente descontentes com a impossibilidade de ter uma experiência de jogo offline e preferindo Path of Exile em seu lugar. A resposta para o jogo para celular Diablo: Immortal provou ser bastante morna, então os fãs ficaram muito aliviados quando a Blizzard anunciou que Diablo 2 seria finalmente remasterizado.

Em 23 de setembro de 2021, as portas do inferno foram reabertas. Diablo 2: Resurrected é um novo olhar sobre um velho clássico, mas atualiza muitos aspectos que ficaram desatualizados com o tempo. Muitos foram vistos como melhorias, enquanto outros não foram tão bem-vindos.

11 – Os gráficos excelentes são um grande passo em frente

Diablo 2 continua sendo um grande jogo mesmo em sua forma original, mas os gráficos avançaram seriamente desde 2000 e os visuais do jogo não são mais páreo para sua jogabilidade revolucionária e emocionante. Diablo 2: Ressurrected é a resposta, e os gráficos renovados são um grande passo em frente. O jogo preserva a sensação do Diablo 2 original, mas é mais nítido e claro do que nunca. As novas animações estão lindas e a diferença é impressionante, especialmente quando se trata de classes de elenco como a feiticeira.

Curiosamente, a transição do 2D do jogo original para o 3D abriu uma chance de introduzir recursos previamente criados durante o planejamento. As novas asas do arcanjo Tyrael, por exemplo, são criadas sobre seu modelo original, que foi usado em seu sprite Diablo 2.

10 – As novas cutscenes são uma obra-prima visual

Mesmo no jogo original, as cenas cinematográficas fizeram uma grande diferença. O encontro desastroso de Marius com o Dark Wanderer, sua jornada subsequente em Lut Gholein, o confronto de Tyrael com Baal, a queda do Prime Evil em Kurast e a morte de Diablo nas mãos do jogador – todos esses são elementos que fazem parte de um muito apreciado enredo que os jogadores refizeram muitas vezes ao longo dos anos. As novas cenas atualizam os eventos sem mudar a história, os visuais são tão detalhados que ocasionalmente parecem live action.

9 – Diablo 2: Resurrected mantém os antigos efeitos de áudio, mas os traz para o som surround

Quando foi lançado, os efeitos sonoros de Diablo 2 foram elogiados como revolucionários, com detalhes como o som de passos ou o farfalhar de equipamentos adicionando muito à experiência. Com o passar dos anos, alguns efeitos de áudio se tornaram parte da cultura popular e até mesmo de memes. O clássico “Stay awhile and listen”, de Deckard Cain, é tão icônico que os fãs usam a frase nas camisetas. Diablo 2: Resurrected preservou os antigos efeitos de áudio, mas trouxe-os para o som surround.

8 – As classes foram redesenhadas visualmente e censuradas

Com todas as reformulações feitas nos gráficos do jogo, é lógico que as classes jogáveis também recebam uma atualização. Sim, mas, neste caso, o feedback nem sempre foi positivo. O visual da classe Amazon andou sendo alvo de muitas críticas, com alguns internautas comentando que seu rosto se parece com o de Willem Dafoe.

A Blizzard levou em consideração o feedback dos jogadores e o design final da Amazon é diferente da primeira. No entanto, isso não tranquilizou completamente os usuários, pois estava claro que as classes haviam se tornado deliberadamente menos atraentes. Muitos detalhes foram censurados, o que foi mais uma vez uma decisão impopular – particularmente depois dos escândalos da Blizzard Entertainment. No entanto, os redesenhos foram feitos mais diversificados em alguns casos. O passado asiático do assassino é um toque particularmente agradável.

7 – Opções de acessibilidade e um minimapa melhor foram adicionados

Uma das primeiras coisas que os jogadores notam antes de iniciar sua jornada é que Diablo 2: Resurrected inclui muitas opções de acessibilidade. É muito mais amigável para pessoas com deficiência motora. Existem também muitas opções que levam em consideração o daltonismo ou a baixa visão, possibilitando que mais jogadores desfrutem do jogo.

Diablo 2: Resurrected tira proveito de telas maiores para incluir um minimapa que pode ficar permanentemente na tela sem atrapalhar a jogabilidade. Além disso, em vez de clicar individualmente em todas as moedas que caem, os jogadores agora têm a opção de coleta automática de ouro. Isso economiza muito tempo e é muito conveniente.

6 – A taxa de quadros aprimorada evita lentidão em cenas de batalha intensas

Jogos hack and slash como Diablo 2 vivem e respiram monstros. Os jogadores são frequentemente cercados por incontáveis multidões de criaturas profanas, variando de mortos-vivos a demônios ou animais hostis. A taxa de quadros de 25 FPS do jogo original pode ter sido ótima para a época, mas não se pode negar que não foi boa o suficiente na ocasião.

Quando em uma tumba do deserto cercada por esqueletos e fantasmas, ou mesmo lutando contra diabinhos caídos que estão constantemente sendo ressuscitados por seus xamãs, problemas podem acontecer. A taxa de quadros de 60 FPS do remaster corrige esse problema e os jogadores podem viajar por todas as hordas de Prime Evils sem medo de que a tela apresente de repente.

5 – O Remaster não inclui multiplayer local

Parte da experiência em jogos como Diablo 2 é compartilhar a luta contra o mal com os amigos. Os fãs estavam ansiosos pelo dia em que pudessem fazer isso de novo, desta vez em grande estilo. Infelizmente, Diablo 2: Resurrected não tem suporte TCP/IP como o original.

Isso significa que a única maneira de jogar com amigos é por meio dos servidores Battle.net. Embora isso não precise ser uma coisa ruim, muitos jogadores expressaram consternação com a mudança.

4 – O novo Diablo é jogável em várias plataformas com progressão compartilhada

Desde o lançamento de Diablo 2, inúmeras plataformas diferentes se tornaram grandes na indústria de jogos. Resurrected leva isso em consideração e está disponível não apenas como um jogo para PC, mas também no PS5, Xbox e Nintendo Switch.

Não só isso, mas o jogo torna possível a progressão compartilhada, já que os jogadores serão capazes de transferir arquivos salvos de uma plataforma para outra. É um elemento útil, adequado ao mercado de jogos atual.

3 – O jogo permite comparar equipamentos lado a lado

Quando se trata de RPGs, na maioria das vezes tudo gira em torno do equipamento. Diablo 2 incluía tantas combinações potenciais que muitas vezes era muito difícil escolher. Resurrected adiciona a opção de comparar um item equipado com um no inventário do jogador.

Isso não dá sugestões sobre a superioridade de um item, pois os criadores sentiram que as sinergias dos itens são muito complexas para tomar esse tipo de decisão no lugar do jogador. Ainda assim, é uma ferramenta muito útil que vem a calhar.

2 – O tamanho do estoque aumentou significativamente

Um dos maiores problemas em Diablo 2 era o tamanho limitado do estoque, que se tornou um problema significativo quando os jogadores se aventuraram no Inferno Ardente para derrotar Diablo. Os amuletos ocupariam grande parte do espaço do inventário, e o tamanho do estoque não ajudava em nada.

Os criadores do jogo optaram por deixar o inventário em seu tamanho original, pois fazia parte da mecânica do jogo. No entanto, eles expandiram significativamente o estoque. Os stashes compartilhados adicionais tornam o compartilhamento de itens entre personagens muito mais fácil, mas também podem agir como stashes de inventário regulares, pelo menos no início.

1 – O modo legado exibe as diferenças entre as versões do jogo

Para os jogadores mais nostálgicos, a Blizzard escolheu incluir uma adição interessante. A opção de legado reverterá o jogo para seus gráficos originais, permitindo que os jogadores revivam suas experiências anteriores. É importante notar, no entanto, que a opção de legado não é completamente idêntica ao Diablo 2 conforme foi lançado. Existem algumas pequenas diferenças, particularmente no design das classes.



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